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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Pé Na Estrada

Oh li nos strada
Ba ta bai
Caminho é fetu
ta caminha
Ka bo odja pa trás
Ba ta bai
Oh kim perdi compasso
M ta panhabo la
na frenti
PO BU PÉ DIANTI KEL
OTO PÉ BA BU CAMINHO
Oh li nos mas um vez
Ta anda ta cai ta
rábida ta labanta
Ta fitcha coragi
Ta ma´ra barriga
Sima deus é grandi
Nha fé ka tem midida
PO BU PÉ DIANTI KEL
OTO PÉ BA BU CAMINHO
Pintcha sprito pa diante
Bo que comandanti
Mandador di bo badju
é bo so bo so
Pila funana rabica tchabeta
Canta e dança ke pa no anima


Sara Tavares

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"Waiting On The World To Change"


Me and all my friends
We're all misunderstood
They say we stand for nothing and
There's no way we ever could

Now we see everything that's going wrong
With the world and those who lead it
We just feel like we don't have the means
To rise above and beat it

So we keep waiting
Waiting on the world to change
We keep on waiting
Waiting on the world to change


It's hard to beat the system
When we're standing at a distance
So we keep waiting
Waiting on the world to change


Now if we had the power
To bring our neighbors home from war
They would have never missed a
Christmas No more ribbons on their door
And when you trust your television
What you get is what you got
Cause when they own the information, oh
They can bend it all they want


That's why we're waiting
Waiting on the world to change
We keep on waiting
Waiting on the world to change


It's not that we don't care,
We just know that the fight ain't fair
So we keep on waiting
Waiting on the world to change


And we're still waiting
Waiting on the world to change
We keep on waiting waiting on the world to change
One day our generation Is gonna rule the population
So we keep on waiting
Waiting on the world to change


We keep on waiting Waiting on the world to change



JOHN MAYER

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dedicatória aos Amigos...

"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...
nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Até que os dias vão passar, meses...anos...
até este contacto se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo....
Um dia os nossos filhos vão ver as nossas fotografias e perguntarão: "Quem são aquelas pessoas?"
Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto! "
Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......
Quando o nosso grupo estiver incompleto... r
eunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrimas abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes desde aquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo.....
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo:
não deixes que a vida te passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"

Fernando Pessoa

quarta-feira, 16 de setembro de 2009



"Quando a tua atitude é elevada, o mundo também será visível como sendo elevado,

porque a tua atitude tem uma conexão com a tua visão e acções.

Qualquer coisa boa ou má é primeiro incutida na tua atitude,

e então ela entra nas tuas palavras e acções.

O serviço especial de transformação do mundo também acontece através da tua atitude pura.

Tu crias as vibrações e a atmosfera através dessa atitude"



Brahma Kumaris

terça-feira, 14 de julho de 2009


"Aprendi há muito tempo que os direitos civis e a dignidade humana não se podem agendar para daqui a seis meses. É para agora."

David Mixner, PÚBLICO, 13-07-2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Armenio Vieira - Premio Camoes 2009
Quiproquó

Há uma torneira sempre a dar horas
há um relógio a pingar no lavabos
há um candelabro que morde na isca
há um descalabro de peixe no tecto

Há um boticário pronto para a guerra
há um soldado vendendo remédios
há um veneno (tão mau) que não mata
há um antídoto para o suicído de um poeta

Senhor, Senhor, que digo eu (?)
que ando vestido pelo avesso
e furto chapéu e roubo sapatos
e sigo descalço e vou descoberto.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Para o Céu



"Para o Céu, ai para o Céu,
Sob o espírito quem em Cristo renasceu:
E o Cristão, no eterno lar,
Nem depois da morte deixa de cantar.

Para a frente, ai, para a frente,
Marcha sempre o bom soldado de Jesus:
Leva na alma a fé ardente,
E na mão como uma espada hasteia a cruz.

Para Deus, ai, Para Deus,
Corram todos a abraçar-se a salvação:
Rompa o Sol os negros véus
Que mergulham na tristeza o coração

Alegria, oh alegria
Dá-nos crença, dá-nos fé e dá-nos luz.
Seja hoje o grande dia
De confiarmos nossas almas a Jesus.
.
Do teu trono, ai do Teu trono,
Sorri e brilha como um príncipe moreno:
Glorifica o Nazareno,
Sol risonho, Sol, desperta do Teu sono."

Eugénio Tavares, 1920

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Voa Borboleta

"Voá borboleta, abri bôs asas e voá
Bem trazêm quel morabeza
Quand m'oiábô
Bô ca têm ninhum tristeza
Mesmo si bô ta morrê manhã
Dor ca ta existi pa quem voá
.
Borboleta, borboleta
Abri bôs asas e voá, mesmo se vida bai amanhã
Borboleta...
Se um prende vivê ess vida
Cada dia voá
.
É um mensagem pa tude gente
Qui tá sobrevivê, tude alguêm sim força pá voá pa vivê
Lá na mei de escuridão,
No podê encontra razão
Só no credita
No podê voá
.
Borboleta, borboleta
Abri bôs asas e voá
Mesmo se vida bai amanhã
Borboleta
No podê vivê nos vida
Cada dia voá"
.
.
Sara Tavares

domingo, 18 de janeiro de 2009



Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
"Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador."Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo. E o mestre volta a perguntar: "Então não é possível falar-lhe em voz baixa? "Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu: "Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?" O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar.
Apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas. Por fim, o pensador conclui, dizendo:

"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta."

Mahatma Gandhi

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

ANGEL by Barbara Neill-Bottle

*

"He sure was a very strange angel
The strangest that I'd ever seen
He seemed to know so much about me
How I felt, who I was, where I'd been
He didn't have blond curly hair
Or blue eyes, or shiny gold wings
Or a halo that shone in the moonlight
And all those celestial things
He knew how to bet on the horses
And they'd always romp home by a length
Whenever I found myself failing
I knew I could count on his strength
I miss his dry wit and his whistling
And the smell of his old woollen socks
I look at his picture through tear-swollen eyes
Standing next to his half-mended clocks
Roses were always his favourites
So I place a small spray with this poem
And I plead with the good Lord who took him
"Please won't you let me come home?"

*

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Sátira aos HOMENS quando estão com gripe

*:)


"Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
anjos estranhos, cornos e rabos.
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sózinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer."


ANTÓNIO LOBO ANTUNES
*:)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A FELICIDADE EXIGE VALENTIA

.
.
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
E saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."


Fernando Pessoa

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Ha coisas que nao se explicam...

Como explicar o AMOR

Contam que uma vez se reuniram os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da terra.

Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs: -Vamos brincar de esconde-esconde?

A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou: Esconde-esconde? Como é isso? - É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo.

O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.

A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.

Mas nem todos quiseram participar. A VERDADE preferiu não esconder-se, para quê? Se no final todos a encontravam?

A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.

- Um, dois, três, quatro... - começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.

A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A GENEROSIDADE quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos - se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE.

E assim, acabou escondendo-se em um raio de sol. O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cómodo, mas apenas para ele.

A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.

Nao me recordo onde se escondeu O ESQUECIMENTO, mas isso não é o mais importante.

Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.

- Um milhão - contou a LOUCURA, e começou a busca. A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra.

Depois, escutou-se a FÉ discutindo com Deus no céu sobre zoologia.

Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.

Em um descuido encontrou a INVEJA e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.

O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.

De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede, e ao aproximar-se de um lago descobriu a BELEZA.

A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se.

E assim foi encontrando a todos.

O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA em uma cova escura;a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano); e até o ESQUECIMENTO, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.

Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.

A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos. A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia.

Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, O AMOR


autor desconhecido

domingo, 28 de setembro de 2008

A idade de ser FELIZ

A Idade de Ser Feliz


Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

autor desconhecido

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

"The being of being is being The being of nothing is none.
And if you find this so much nonsense,
At least it will do you no harm.

Now nothing is nothing, for certain
And something is something, for sure.
Since something cannot come from nothing,
It must be eternally there.

And though it is hard to imagine
Since time is our air and our sea,
No thing will ever be nothing,
Though we will not always be we"

???

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

MORTOS VIVOS



"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido"



segunda-feira, 28 de julho de 2008

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


* * *
As vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas...

O tempo passa...

e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!


* * *


Vauxhall Bridge

* * *

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Sorri...

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

Charles Chaplin